terça-feira, setembro 12, 2006

o jornalismo como ele deveria ser. sempre.

qualquer coisa como isto, ca, no "channel 4":

"todos falam da guerra ao terrorismo
mas ninguem olha para o conflito israel/palestina
para o perceber.
como um medico que, ao descobrir um cancro,
se esquece de olhar para a sua raiz
para descobrir a cura."

...

.....

e
a mim
doi-me muito
muito
a injustica.
mais que isso
o sofrimento
injusto
e injustificado.

e porque hoje
ao ler o jornal
me senti
como sinto
sempre
que leio as atrocidades que se passam
sem que ninguem as mencione
ja desde junho
(para falar das mais recentes)
na faixa de gaza

sim,
senti-me
furiosamente
- assim mesmo
furiosamente -
triste.


7 comentários:

Rita disse...

e é para ficar mesmo...
A hipócrisia junta e em estado avançado!

InêsN disse...

mundo louco, este...

:o(

Sandrinha disse...

enfim...

:o(

Anónimo disse...

por isso eh que me tento sp lembrar que nada eh soh branco, ou soh preto, e vitimas, os "sem voz", existem sp dos 2 lados...

M-d-O-M

ALEXIA disse...

Uma grande verdade, para haver história há que ver os dos lados do passado e do presente.

E esta história é mais complexa do que a fazem transparecer.

Parabéns pelo artigo

Et disse...

Por isso é que eu não gosto de ver noticiários... nem de ler as notícias!
às vezes faço papel de maluquinha e só sei das novidades dias depois... mas prefiro isso do que ser todos os dias torturada com a violência e crueldade das palavras e imagens de um mundo assustadoramente real!

Tiago Franco disse...

Sim, todos os dias de fala no conflito, mas ninguém perde tempo a tentar percebê-lo...
Os mortos aparecem como números, mais e mais em cada noticiário. Começam a fazer parte de uma contagem, sem rosto, cor ou credo.
Pergunto-me para onde caminhamos.